11 de maio de 2012





Here we are far beyond the distant sky
Seen all the world and how the story will be over
   
Once again we walk this lonely road
There are times that we were wading through the rain and cold
We're lost in memories of what we left behind
Relive the dreams, the endless screams of pain inside

When I see those tears you cried
When I hear those lies you lied
When I see your creation now falling down on me
Is this the reason to be?

And all alone we'll be where time can never heal
With the trail of broken hearts flying free

28 de abril de 2012

When the love ends

Like leaves fallen to the ground, we have fallen too. I'll always love you... In different ways, but always will.

12 de abril de 2012

"And I know,

of the pain, that you feel the same as me.
And I dream, of the rain, as it falls upon the leaves."



How does it feel not to be the only one, but just a 'replacement' or something that you can use when you think you should and then throw it away when you get bored? This is exactly the way I feel now. Some kind of garbage, a useless thing. Why do I still feel so lonely though? I can't deal with this emptyness.


I thought this time would be different, but that's not quite what it seems. In spite of what I said, each day my feelings for you grow stronger and I can't help it, also.




8 de abril de 2012

Regrets

Can't describe how I miss all those moments, I wish all could be diferent. I could have been a better person. Sorry for make this get the way they are now.

5 de abril de 2012

"Seasons change us, this moment envisions eternity

I see slowly, the shadows belong to me
Feel my emotions, believe me, it's just like a summer breeze
Sorrow changes us, this moment envisions eternity."



While I try to be another me, the real one is pretending to be real. I just cannot find any sense in my confusion.

26 de março de 2012

Finos flocos de neve

"Boku wa kimi no subete nado shitte wa inai darou
Talvez eu não conheça tudo de você
Soredemo ichi oku nin kara kimi wo mitsuketa yo
Mas descobri você entre cem milhões de pessoas
Konkyo wa naikedo honki de omotterunda
É o que eu acredito, mesmo sem fundamentos..."
 
 
 
A vida é efêmera, tal qual os sentimentos. Esses, por vez, nos entorpecem, inebriam... É o cérebro pregando-nos uma peça. Eu só queria me apreender, me compreender, e quiçá me entender. Mas não sou nada senão uma indagação de mim, uma parcela concreta do abstrato que me habita.
 
Queria saber como isso começou, e o modo como venho me perdendo em você desde então. Queria o dia, a hora, os minutos. Queria o motivo, a causa, o porquê. Queria saber quais correlações as minhas sinapses fizeram, para que meu cérebro dissesse "ame-o". Eu só queria... Me inundar de você, do seu eu, do seu cheiro, do seu jeito.
 
É simples eu saber que te amo, mas me fazer aceitar é outra história. A linguagem não me permite expressar, sequer a fala, o toque, o beijo. Nada transmite a minha alegria interna, o meu desejo de que dure, que seja único, exímio, meu. Poderia morrer agora, me afogar em mim, em você, no mundo. E nada importaria, pois eu estaria completa. Uma única vez verdadeiramente completa, viva. 
 
Viva.
 

21 de março de 2012

To end this chapter

I feel nothing and every single thing, I'm actually numb. By life, actions, thoughts, love.


What the hell is love?

24 de fevereiro de 2012

"I'd rather sold myself, be part of the dream

Pissing away life. I'm just getting older
A public puppet is what I am."


Sendo hipócrita todo o tempo, idiota nas horas vagas... Por que diabos a sociedade escrota em que ela vive não permite ver os absurdos que fala e acredita? Ah se ela soubesse!

2 de fevereiro de 2012

Direita/Esquerda

"A terminologia usual da linguagem política é estúpida. O que é esquerda e o que é direita? Reações contra políticas pouco inteligentes não devem ser condenadas. E progresso em direção ao caos não deve ser elogiado."


 Intervencionismo, uma Análise Econômica (1940), Ludwig von Mises.




Fevereiro, 2012. Mas parece que estou na Alemanha do Führer ou na "Geração '68". Já parou para pensar imparcialmente, sem pender para nenhum dos lados, como o discurso e comportamento esquerdista têm se mostrado tão intolerante quanto o nacional-socialismo de Hitler? Não, certamente não. E mais, ainda dirão que estou louca.

Nas últimas décadas - especialmente o segundo mandato de "Lula" e o primeiro de Dilma Rousseff - vêm permeados de contradições  de políticas auxiliadoras/assistenciais ditas como "provisórias" na ocasião, mas que hoje nutrem as classes menos favorecidas e não lhe dão perspectivas de mudança como prometido. Incompetência à parte, serão os esquerdistas hipócritas o suficiente para negar que são financiados por empresários e por pessoas e entidades taxadas como de direita? Sim. Quem está no poder deve manter à aparência, afinal um governo não é legítimo se não houver protocolo e manipulação da informação.

Nos últimos mandatos petistas, não vou negar, houveram progressos. Mas de forma alguma pode-se dizer que foi um governo limpo. Basta acompanhar o noticiário sensacionalista e os debates para ver as parcerias outrora renegadas e, posteriormente, assumidas como convenientes. Talvez, no mundo deles, isso seja admissível e comum. Quem sabe.

Meu intuito não é julgar a competência das partes, mas entender o por que dividi-las. É inacreditável como um termo tão banal como direita/esquerda consegue separar pessoas e "mundos". O Estado deveria tratar a população de forma una e indivisível ao invés de hierarquizar por meio de classes e ideologias. Isso deveria ser algo ultrajante, do mesmo modo que o antissemitismo, a xenofobia e o racismo. No entanto, parece ser mais fácil estigmatizar o Nazismo e demonizar Hitler do que abrir os olhos e enxergar os problemas advindos dessa separação social.

Quero dizer que nós, cidadãos, não precisamos ser partidários ou apartidários, políticos ou apolíticos. Antes de se filiar ou apoiar qualquer causa deve-se conhecê-la. E desse modo ver-se-á que a direita e a esquerda se complementam e são inerentes uma à outra. Não há razão em dividir o que não se deve dividir. E tão pouco rechaçar àquele que não compartilha a tua opinião.

A ata da vez não é a mesma dos jovens de '68, o contexto mudou e agora não é necessário a implementação da democracia, mas a efetivação da mesma. Não faz parte do conceito "democracia" ser egoísta e unilateral e tudo o que o Brasil não precisa neste momento é de pseudo-vermelhos lutando por utopias comunistas, apoiadas em discursos já proferidos e com validade vencida. Esse comportamento separatista e populista deve ser banido, a fim de uma política igualitária à todos. E ser menos favorecido não é uma desculpa para colocar corruptos no poder e maldizer o outro lado.

17 de janeiro de 2012

"I die a little every day

I die a little anyway
For the memories, for hell inside of me..."


 
Ele estava lá, e seus três amigos também. Como no Cassino Royale, a roleta girava, e tudo o que se podia ouvir era o som das casas sendo percorridas, preto, vermelho, preto, vermelho... Eu precisava de um 17 e isso era tudo. Mas ele acertou, e eu não podia deixar isso passar. Dezessete, aproveite meu amigo, este será seu último número.

Fileira 24F, essa era a referência. Desativo o alerme, abro a porta e ele surge três carros depois do meu, cambaleante, com aquele sorriso convidativo, provavelmente pensando em como gastar aqueles dezesseis mil. Seu último pensamento.


13 de janeiro de 2012

"Instead of complaining

I could've been gaining
Good times..."


E ele estava lá sentado naquela velha poltrona, vermelha e desbotada, a mesma de vinte anos atrás. Depois de um gole de realidade, subitamente se deu conta do quão velho estava e do tempo que havia perdido... Passara a vida submerso naqueles livros, revivendo cada parágrafo, refazendo as estrofes, modificando as rimas, adequando o enredo. Ele viveu. Histórias que não a dele, no entanto, viveu. Tão furtivamente, que hoje, apenas hoje percebeu que sua vida sempre foi um palco, mas para histórias que não a sua. 

12 de janeiro de 2012

"My hands they were strong

But my knees were far too weak
To stand in your arms
Without falling to your feet..."



Música aleatória, para alguém aleatória em uma vida aleatória. É assim que eu começo. Essa sou eu, a eterna espectadora de vidas alheias, de histórias que não são minhas, de sentimentos implantados assim como as memórias. E - é tudo sobre essas histórias - que eu criei, inventei e absorvi, elas me fazem e desfazem. Isso é tudo o que eu sou.

Um ser fictício em uma vida real.